• Greta Garbo.
"Eu nunca disse: eu quero estar sozinha, eu disse somente, eu quero ser deixada só. Há muita diferença nisso." Essa é uma frase conhecida de Greta Garbo.
Uma lenda original de Hollywood, sua beleza universal e que tira o fôlego de qualquer um, além de sua presença esquiva oprimiram e admiravam telespectadores em torno do mundo.
Em 18 de Setembro de 1905 nasceu Greta Lovisa Gustafsson, em Éstocolmo, Suíça. Em 1923, com 17 anos, foi dirigida por Mauritz Stiller em seu primeiro filme dramático. Ao completar 18 anos mudou seu nome para Greta Garbo. Louis B. Mayer da MGM trouxe Garbo e Stiller ao estúdio em 1925 e em 1926, ela conquistou Hollywood com seu primeiro filme americano "The Torrent".
A primeira mulher moderna a combinar presunção e feminilidade, conseguiu o sucesso em filmes mudos tais como "Flesh and the Evil" e logo ficou conhecida apenas como "Garbo."
"Garbo?s Talk!" proclamou a imprensa para descrever sua transição aos filmes com áudio, no filme "Anna Christie" (1930). Sua voz inconfundível adicionou uma maior expressão artística às suas brilhantes caracterizações.
Sua presença dramática na tela redefiniu atuar. Recebeu menções honrosas e prêmios por seu trabalho em clássicos como "Camille," "Ninotchka," e "Anna Karenina."
Um das rostos mais famosos do 20th Century, suas características eram ideais. Era fotogênica, pôde ser fotografada de todos os ângulos e com qualquer tipo da luz. A câmera amou-a.
Internacionalmente popular na década 1930, Garbo tornou-se ditadora de moda e criou um novo tipo de glamour: uma combinação de sensualidade e mistério.
Guardou com cuidado sua vida pessoal da imprensa, mas seu ar misterioso fez o público implorar para saber mais sobre ela.
Aposentando-se da tela no auge de sua carreira em 1941, transformou-se uma lenda, mais do que já era, do cinema, criando a "Garbo Mística". Embora Garbo nunca tenha ganhado um Oscar, em 1954 a Academia deu-lhe um Oscar Honorário por seus inesquecíveis desempenhos da tela.